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Importadores de café recebem o triplo do que ganham os produtores do grão

22/11/2017 | Estadão


“Não adianta apenas produzir café. Ele vai apodrecer na árvore.” O alerta é do diretor- geral da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), Francis Gurry, que nesta segunda-feira publicou um informe inédito sobre o valor adicionado que o produto ganha graças a tecnologia, patentes e inovação. Sob esse ponto de vista, o órgão aponta que os países produtores ganham menos com o grão do que os que importam a commodity, industrializam, registram patentes e comercializam o produto final.

Em desenhos industriais para a produção final do café, são quase 500 patentes registradas pelos EUA e nenhuma no Brasil. Em termos de marcas, são mais de 2,7 mil na Itália. Contra apenas 260 no Brasil. Foto: Evelson de Freitas/Estadão

Os dados mostram que os produtores de café vendem o grão, em média, a US$ 1,25 a libra-peso (unidade de medida usada pela Bolsa de Nova York equivalente a 453 gramas) ao exportador, que repassa a commodity para as indústrias a US$ 1,45. Já as torrefadoras negociam, em média, o produto acabado a US$ 4,11.

A maior parte da produção do café em grão é cultivada nos países do Hemisfério Sul, onde 26 milhões de fazendeiros dependem da cultura para sua subsistência. O Brasil é o maior produtor e exportador global de café. Mas das 35 mil xícaras de café vendidas no mundo a cada segundo, 70% ocorrem nos países do Hemisfério Norte.


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