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Leilão de usinas da Cemig deverá ocorrer em setembro, diz ministro

18/05/2017 | G1


O ministro das Minas e Energias, Fernando Bezerra Coelho Filho, disse nesta quarta-feira (17) no Rio de Janeiro que deverão ser realizados em setembro os leilões de quatro usinas da elétrica mineira Cemig. Elas tiveram seus contratos de concessão vencidos e ainda não foram renovados.

“O governo tem uma pressa para poder receber o recurso ainda esse ano”, afirmou o ministro em relação aos leilões ao conversar com jornalistas após discursar durante o 14º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico.

Segundo o ministro, a expectativa do governo é arrecadar cerca de R$ 11 bilhões com os leilões de usinas hidrelétricas ainda este ano. “O certo é que será no segundo semestre e o pagamento também no segundo semestre”, disse o ministro.

Os valores de bônus da outorga mínima de R$ 11 bilhões para o leilão das quatro hidrelétricas foi publicado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) na edição do Diário Oficial desta quarta-feira.

As usinas operadas pela Cemig que serão leiloadas são as de São Simão, Jaguara, Miranda e Volta Grande.

Coelho Filho disse que o governo pretende realizar, também no segundo semestre deste ano, o leilão de seis distribuidoras da Eletrobras.
“O BNDES já contratou as consultorias que estão fazendo todos os estudos desse processo. A expectativa é que se receba agora em junho ou julho essa avaliação. No nosso cronograma é que no segundo semestre a gente possa efetivar também o leilão”, destacou.

Energias renováveis

Em seu discurso para os agentes do setor elétrico, o ministro destacou o esforço da pasta em expandir o setor por meio de investimento em energias renováveis, sobretudo eólica e solar. Aos jornalistas, ele enfatizou que este objetivo não tira o foco no fortalecimento do setor hidrelétrico.

“A geração de base ajuda nessa pauta da expansão das renováveis. Quando mais renováveis a gente tem, maior intermitência do sistema, e com a hidrologia na situação que a nós temos nós precisamos ter energia firme para poder estabilizar numa eventual falta”, disse.

O ministro defendeu que as diversas fontes de geração de energia não competem entre si. “Acho que elas se complementam”, disse.


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