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ABNT NBR 15221-1:2007 / Errata 1

Tubos de aço – Revestimento anticorrosivo externo – Parte 1: Polietileno em três camadas

14/07/2008 | ABNT

ABNT NBR 15221-2:2007 / Errata 1

Tubos de aço – Revestimento anticorrosivo externo Parte 2: Polipropileno em três camadas

15/09/2008 | ABNT

ABNT NBR 15221-3:2007/Errata 1

Tubos de aço – Revestimento anticorrosivo externo Parte 3: Epóxi em pó termicamente curado

15/09/2008 | ABNT

ABNT NBR 5590

Tubos de aço-carbono com ou sem solda longitudinal, pretos ou galvanizados — Especificação

23/06/2008 | ABNT

ABNT NBR 6591

Tubos de aço-carbono com solda longitudinal de seção circular, quadrada, retangular e especial para fins industriais — Especificação

28/07/2008 | ABNT

NBR NM 128:2000

Conexões conformadas de aço-carbono e ligado, para temperaturas moderadas e elevadas

01/01/2000 | Mercosul

NM 10:96

Tubos de aço - Método de ensaio de dobramento

OBJETIVO: Estabelece método de ensaio de dobramento para tubos de aço de seção circular, de diâmetro externo até 60,3 mm.

01/01/1996 | Mercosul

NM 119:97

Tubos de aço de baixo carbono, sem costura, acabados a frio, para trocadores de calor e condensadores.

OBJETIVO: Aplica-se aos tubos de aço de baixo carbono, sem costura, acabados a frio, para trocadores de calor, condensadores e aparelhos similares de transferência de calor, que possuem diâmetro externo de 3,2 mm (1/8”) até 76,2 mm (3”), inclusive. A norma pode aplicar-se também a tubos de diâmetro externo e espessura de parede diferentes das especificadas, quando solicitado.

01/01/1997 | Mercosul

NM 120:97

Tubos de aço-carbono e aço carbono manganês soldados por resistência elétrica

NM 120:97 OBJETIVO: De maneira geral, aplica-se aos tubos que têm diâmetro externo igual ou maior que 12,7 mm (0,5”) e menor ou igual a 127 mm (5”), com espessura de parede mínima igual ou maior que 0,9 mm (0,035”) e menor ou igual a 8,1 mm (0,320”), cuja principal utilização seja para caldeiras aquatubulares e fogotubulares geradores de vapor, tubos de superaquecedores ou tubos com extremidades não mandrilados. Quando solicitado, esta norma pode aplicar-se também a tubos com dimensões diversas das indicadas acima.

01/01/1997 | Mercosul

NM 121:97

Tubos de aço-carbono soldados por resistência elètrica para caldeiras e superaquecedores para serviços de alta pressão

OBJETIVO: Esta norma aplica-se a tubos de diâmetro externo igual ou maior que 12,7 mm (0,5”) e menor ou igual a 127 mm (5”), com espessura de parede mínima igual ou maior que 2,2 mm (0,085”) e menor ou igual a 9,1 mm (0,360”) – ou a tubos de diferentes dimensões, quando solicitado.

01/01/1997 | Mercosul

NM 123:97

Tubos de aço-carbono e ligados, soldados por resistência elétrica, para aplicações mecânicas

OBJETIVO: Estabelece características de tubos de aço-carbono e ligados de seção circular, quadrada e retangular, soldados por resistência elétrica, obtidos a partir de chapas e tiras de aço laminadas a frio ou a quente, para aplicações mecânicas em geral – excetuando-se os que tenham aplicações de usos estruturais.

01/01/1997 | Mercosul

NM 126:97

Tubos de aço-carbono e aços ligados, soldados e sem costura, para serviços a baixas temperaturas

OBJETIVO: Estabelece os requisitos dos tubos de aço-carbono e aços ligados de espessura mínima, soldados e sem costura, utilizados para serviços a baixas temperaturas. Como espessuras grossas afetam de forma adversa as propriedades de impacto a baixas temperaturas, algumas medidas de tubos não estão contempladas nesta norma. Os requisitos suplementares da norma são opcionais.

01/01/1997 | Mercosul

NM 128:97

Conexões conformadas de aço-carbono e ligado, para temperaturas moderadas e elevadas

OBJETIVO: Estabelece as características e os métodos de ensaio de conexões conformadas, com ou sem solda, a partir de tubos de aço-carbono e ligado, para temperaturas moderadas e elevadas – excetuando-se conexões de ferro fundido para solda ou usinagem – aptas a serem utilizadas em tubos sob pressão e na fabricação de recipientes sob pressão.. Aplica-se às conexões especificadas nas normas ANSI 16.9; ANSI 16.11; ANSI B 16.28 e MSS SSP-79.

01/01/1997 | Mercosul

NM 129:97

Tubos de aço revestido com uma película de alumínio-silício tipo 1, ou de alumínio-zinco, para usos mecânicos e aplicações na indústria automotiva.

OBJETIVO: Esta norma contempla os tubos de seção circular e diâmetro externo de 19 mm até 102 mm, inclusive, e espessura de parede de 0,90 mm até 2 mm, inclusive, de aço revestido por película de alumínio-silício tipo 1 ou de alumínio-zinco, soldados sem acréscimo de material.

01/01/1997 | Mercosul

NM 151:2000

Tubos de aço-carbono, aço ligado, aço ferrítico e aço ligado austenítico, com e sem condução. Requisitos gerais

01/01/2000 | Mercosul

NM 171:2000

Tubos de aço - Ensaio de dureza

14/05/2010 | Mercosul

NM 60:96

Tubos de aço-carbono, soldados por resistência elétrica, para trocadores de calor e condensadores

OBJETIVO: Estabelece os requisitos dos tubos de aço, de espessura mínima, soldados por resistência elétrica, para utilização em trocadores de calor, condensadores e equipamentos similares de transferência de calor, e define as características dos tubos de diâmetro externo até 76,2 mm, inclusive. Os requisitos de propriedades mecânicas não são aplicáveis aos tubos de diâmetro interno menor que 3,2 mm e espessuras de parede menor ou igual a 0,4 mm. Tubos de diâmetro externo maior que 76,2 mm podem ser solicitados de acordo com esta norma, desde que atendam todos os requisitos.

01/01/1996 | Mercosul

NM 61:96

Tubos de aço-carbono, soldados por resistência elétrica, para uso na condução

OBJETIVO: Determina os requisitos dos tubos de aço-carbono que tenham por finalidade a condução de líquidos, gases ou vapores, de NPS compreendido entre 2 e 30, inclusive, com espessuras nominais de parede até 12,7 mm, e NPS compreendido entre ¾ e 5, inclusive, com espessuras nominais de 2,11 a 3,40 mm. Demais aplicações dos tubos são permitidas por esta norma e devem ser especificadas pelos compradores. Os tubos podem ser entregues não expandidos ou expandidos a frio, sendo que, neste caso, o valor da expansão não deve exceder a 1,5% do diâmetro externo do tubo.

01/01/1996 | Mercosul

NM 70:96

Tubos de aço-carbono e ligado, sem costura, para aplicações mecânicas

OBJETIVO: Estabelece que os tubos de aço-carbono e ligados, sem costura (acabados a quente ou a frio), para aplicações mecânicas, podem ser de seção circular (com diâmetro externo até 323,8 mm – 12 ¾”), quadrada, retangular ou de outras seções especiais, quando acordado. A espessura da parede deve ser solicitada pelo comprador. Quando houver união dos tubos e seus componentes por solda, o procedimento de soldagem deve ser adequado ao tipo de aço do tubo e seus componentes.

01/01/1996 | Mercosul

NM 9:96

Tubos de aço - Método de ensaio de flangeamento

OBJETIVO: Estabelece método de ensaio para tubos de aço de seção circular, considerando os procedimentos de flangeamento livre e flangeamento em matriz.

01/01/1996 | Mercosul

NM COPANT 10:2000

Tubos de aço - Método de ensaio de dobramento

01/01/2000 | Mercosul

NM COPANT 9:2000

Tubos de aço - Método de ensaio de flangeamento

01/01/2000 | Mercosul

NM ISO 07-1:96

Rosca para tubos onde a junta de vedação sob pressão é feita pela rosca. Parte 1: Dimensões, tolerâncias e designação.

OBJETIVO: Estabelece os requisitos para forma do filete, dimensões, tolerâncias e designação da junta roscada de tubo, de tamanhos de rosca de 1/16 a 6, inclusive, para juntas sob pressão para uniões roscadas. As roscas são cônicas, paralelas internas ou cônicas externas, e são adequadas para rosqueamento em tubos, válvulas, conexões ou outros equipamentos tubulares. Note-se que a rosca externa paralela é inadequada para junções roscadas estanques. Ver ISO 228-1 para informações sobre rosca de tubo em que a vedação sob pressão não é feita pela rosca; e ISO 7-2 para detalhes e métodos de verificação das dimensões e formas de roscas vedantes sob pressão, e sistemas de calibração recomendados.

01/01/1996 | Mercosul


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